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Bruno P. A. de Abreu

Posts

  • July 30, 06:53 AM

    Apple Magic Trackpad: The Beginning of the End for Mac OS X

    @Gizmodo: Apple Magic Trackpad: The Beginning of the End for Mac OS X http://gizmodo.com/5598828/ #fb

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  • July 30, 06:28 AM

    Getting Digital Statecraft Right | Foreign Affairs

    A more sofisticated analysis of Clinton’s “21st Century Statecraft” proposal. In sum: no revolution, take small and incremental steps at a time if you want to suceed in this affair.

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  • July 28, 06:27 AM
  • July 28, 06:04 AM

    Brazil's prospects: Four reasons to believe in Brazil | The Economist

    TheEconomist: Four reasons to believe that Brazil can be as big as China and India. A Ricupero’s analysis.

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  • July 26, 06:59 AM

    Travelmag - Recife – dark and light

    That’s real tourism! “Boa Viagem isn’t really Recife. Boa Viagem could be almost anywhere in Brazil, or even Florida.”

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  • July 25, 11:22 PM

    N’ALEMANHA (6) | Flavio Gomes

    Mais cedo, estampei um “ridículo” que abria a página do Grande Prêmio. Este lúcido artigo do @flaviogomes69 sobre o que aconteceu hoje no GP alemão me fez mudar de idéia. De fato, #Massa se comportou mal, em tudo.

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  • July 25, 10:20 AM

    E eu que fiquei em casa para ver a corrida… Pela conversa mole de Alonso ao final, dizendo “Parece que o Felipe perdeu uma marcha”, fico convencido que coisas como a que ocorreu hoje, já aconteceram, e muito, no passado. 

    Ultrapassagens estranhas que nos deixavam todos telespectadores perguntando o que poderia ter se passado com aquele piloto que vinha tão bem, podiam ser fatos tão ridículos quanto o de hoje. Sem o rádio da FIA, achávamos que era apenas erro do piloto. É eles erram…

  • July 24, 05:13 PM

    N-A-U-T-I-C-O, Náutico, Náutico, Náutico!

    Líder isolado da segundona!

  • July 23, 09:13 PM

    Obama's failure in Burma

    politikaetc: Paulo Sérgio Pinheiro no @washingtonpost: “Obama’s failure in Burma”, http://bit.ly/asbJax

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  • July 23, 08:44 PM

    Is a new and improved MacBook Air coming later this year? Likely.

    A primeira vez que vi essa notícia foi no digitimes, site taiwanês que, embora acerte no mais das vezes exagera. Agora, o Crunchgear a traz novamente. Se, de fato, a Apple lançar um Macbook Air com tela de 11.6”, ela finalmente terá produzido um computador pelo qual valerá a pena substituir o meu já bem velho, 6 anos, Powerbook G4 de 12”.

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  • July 23, 07:41 PM

    Ao que tudo indica, faltou a HP neste gráfico. Se ela vai ser bem sucedida em ganhar espaço agora que tem o melhor sistema operacional móvel, o WebOS, não faço a mínima idéia. Mas a Hewlett Packard é uma das poucas empresas de tecnologia que tem receita, capacidade e agora sistema para traçar uma estratégia vitoriosa no mundo pós-PC, como bem mostra a Techcrunch.  Seria interessante ver isso, quanto mais competidores neste mercado melhor. 

  • July 23, 06:59 PM

    Recentemente circulou pela internet um quadro da Wired descrevendo o que seria a guerra pelo mobile space. O quadro apresentava três contededores: Apple, Google e Microsoft. A julgar por este artigo do link, há mais um nesta arena, a velha e, ainda, muito boa HP, que aparentemente decidiu ser a nova Apple.

  • July 22, 01:08 PM
  • July 21, 09:50 PM

    Voltando para o iOS 3.1.3. E concluíndo que raramente vale o sacrifício mudar o sistema operacional de meus gadgets.

  • July 21, 06:07 AM

    The world has become a computer, an electronic brain…. And as our senses have gone outside us, Big Brother goes inside. So, unless aware of this dynamic, we shall at once move into a phase of panic terrors, exactly befitting a small world of tribal drums, total interdependence, and superimposed co-existence. Terror is the normal state of any oral society, for in it everything affects everything all the time…. In our long striving to recover for the Western world a unity of sensibility and of thought and feeling we have no more been prepared to accept the tribal consequences of such unity than we were ready for the fragmentation of the human psyche by print culture

    Marshall Macluhan , the Gutemberg Galaxy

  • July 20, 07:17 AM

    Tech.Del to Colombia Is “All About Impact” | U.S. Department of State Blog

    Eu havia indicado um artigo do NYT sobre dois diplomatas americanos que, sob as bênçãos do Departamento de Estado, usam o twitter para fazer diplomacia.

    O título deste post é um exemplo claro do que eles estão fazendo. Começo a considerar que eles são a vanguarda de mudanças que serão ubíquas em alguns anos nas chancelarias do planeta.

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  • July 20, 07:02 AM

    The complexities of 21st century statecraft | Daniel W. Drezner

    Mais um artigo sobre os dois diplomatas americanos mais seguidos do Twitter e sobre o, assim chamado, “21st century Statecraft”

    srlm: twitterplomacia e ESTADO, séc. 21: http://bit.ly/b0RQ7r mais: democracia É sistemas e informação ABERTOS http://bit.ly/aFHv2Z

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  • July 20, 06:46 AM

    Indio na pré-História - Ricardo Noblat: O Globo

    Bom artigo do Paulo Moreira Leite.

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  • July 19, 07:37 AM

    Afeganistão: depois de nove anos ainda se discute a estratégia

    Quando os soviéticos invadiram o Afeganistão, no Natal de 1979, o objetivo era manter um governo alinhado com Moscou em Cabul. Parte da estratégia, contudo, era mais sutil: para manter governo alinhado em Cabul era preciso lidar com as tribos do país. Para isso, adotaram a mesma estratégia dos ingleses na Arábia do entre-guerras: bombardeamento esporádico dos refúgios da guerrilha, quando essa ameaçasse alguma rota.

    Qualquer guerra na Afeganistão é invencível. Os soviéticos cedo perceberam isso. O que funcionou com a URSS foi estratégia de contenção, ou ao menos funcionou até que os Mujahidins passaram a receber seus mísseis Stingers da CIA, para abater os “Hind” e “Frogfoot” soviéticos, respectivamente o helicóptero Mil Mi 24 e o avião de ataque Sukhoi Su 25 . O novo armamento e a situação interna da URSS puseram a perder a estratégia e forçaram a retirada em 1988.

    Ainda assim, compreender que é impossível dominar aquele território e operar para manter linhas de suprimento para as principais cidades ao mesmo tempo em que se recompensa as tribos aliadas atacando, eventualmente, as que incomodam, pareceu ser até hoje a estratégia mais adequada para lidar com aquela região.

  • July 18, 05:00 PM

    Bresser e a privatização da telefonia

    O que diabos acontece com Bresser Pereira?! Ele foi ministro do governo que criou o modelo de privatização que ele tão articuladamente critica agora!

    Eu sei que o artigo “O neoliberalismo morreu” que ele escreveu no início da crise econômica em 2008, já havia marcado um inflexão muito grande dele em relação ao que o partido político de que faz parte, o PSDB, promoveu na economia nos oito anos que governou e que, por acaso, ainda defende. Mesmo considerando isso, o que vem escrevendo desde então, culminando neste artigo, é bastante intrigante.

    (via Instapaper)

  • July 17, 07:06 AM

    Digital Diplomacy - NYTimes.com

    Para quem trabalha com os dois assuntos, matéria seminal.

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  • July 16, 09:49 PM

    football brasileiro

    Eu tencionava publicar esse texto no dia seguinte a derrota do Brasil na Copa. Esqueci-me dele. Mas gostei tanto do argumento e do brincar com o texto, que eu pensava ter esquecido, que resolvi ajustá-lo e publicá-lo ainda que a Copa já tenha acabado.

    O jornalista Ricardo Noblat, em seu blog, logo após a derrota do Brasil para a Holanda, duas semanas atrás, deu a entender que iniciaria uma campanha pela recuperação da autenticidade do futebol jogado no Brasil. Para isso, publicou dois excelentes e antigos textos. Um de Pier Paolo Pasolini após a conquista do tricampeonato e outro, bem mais antigo, de Gilberto Freyre.

    Éramos poetas nas palavras de Pasolini. Éramos mulatos nas de Freyre. Ambas as crônicas, apesar da distância de 7 Copas - o primeiro é da década de 1970, o do segundo, do ano da Graça de 1938 - em nada contradizem-se, mais do que isso, complementam-se.

    Esperei para ver se a série continuaria. Não continuou. Ainda que existissem inúmeros artigos, crônicas, reportagens que expressaram, ao longo de muito mais do que essas copas e esses anos, traço de cultura tão definidor do ser brasileiro, a ponto de inspirar comentários como este do jornalista Leandro Fortes:

    Ao lado de seu caráter lúdico, caminha uma identidade cultural que, no nosso caso, confunde-se com a própria identidade nacional, a ponto de somente ele, o futebol, em tempos de copa, conseguir agregar à sociedade brasileira um genuíno caráter patriótico. Basta ver os carros cobertos de bandeiras no capô e de bandeirolas nas janelas. É o momento em que mesmos os ricos, sempre tão envergonhados dos maus modos da brasilidade, passam a ostentar em seus carrões importados e caminhonetes motor 10.0 esse orgulho verde-e-amarelo de ocasião. Não é pouca coisa, portanto.

    Houvesse Noblat continuado a campanha, eu a apoiaria entusiasticamente.

    E o faria porque o time derrotado na Copa representa a quase negação das constatações quase epifanias de Pasolini e Freyre. A poesia – o “laboratório da língua” segundo João Cabral de Melo Neto – que o primeiro percebeu, deu lugar a uma prosa quase jornalística, com seus chavões e fórmulas simples que se tentam passar por sinônimos de eficiência. O mulatismo que Freyre viu, obscureceu-se num grupo que se tentava fingir de arianos, e, salvo Robinho, esqueceu-se da manha, da ligeireza e da espontaneidade individual.

    Sem poesia e sem querer parecer mulata, a seleção brasileira não passou de um time como outro qualquer, trocassem as camisas amarelas por brancos ou vermelhos e ele poderia ser um Real Madri, um Milan, um Arsenal. Algo sem marca alguma daqueles traços de cultura que constituem parte da identidade nacional do Brasil.

    Identidade que precisa ser cultivada, ainda que me obrigue, como a CBF o fez nesta semana, a esperar até a meia-noite de uma terça-feira pelo gol, aos 45 do segundo tempo, que colocou meu, nem tão habilidoso assim, time - mas que tenta jogar como se aprende neste país - na liderança da segunda divisão do Campeonato Brasileiro.

  • July 16, 06:23 AM

    Reset: Iran, Turkey and America’s Future

    “Iranians want the freedom that their Turkish neighbours enjoy. History suggests they will have it, although few would dare to guess when or at what cost. Turkey and Iran are the only Muslim countries in the Middle East where democracy is deeply rooted. That makes their future bright. It also makes them America’s logical partners.”

  • July 13, 02:55 PM

    10.6 required

    Deve ter ficado muito mais fácil criar aplicações para o Mac depois do lançamento do Snow Leopard. A cada dia, encontro mais e mais aplicativos que rodam apenas nesta versão do sistema. Isso ocorria, é claro, mas em escala bem menor, com o antecessor, o Leopard, e, ainda assim, era comum encontrar aplicações que, embora funcionassem melhor no 10.5, podiam ser usadas também na última versão do 10.4 Tiger.

    Isto dito, reforço o que escrevo acima também por outro motivo: deve ter ficado muito mais fácil criar programas para o Snow Leopard, pois a qualidade das aplicações também caiu. Antes um software para Mac tinha toda uma idéia claramente associada a marca, não importava o fabricante. Essa “idéia” era algo que primava pela simplicidade na aparência, facilidade no uso e cuidado nos detalhes. Nesta nova leva de programas “Snow Leopard Only” isto parece ter desaparecido.

  • July 13, 05:50 AM

    Robert Fisk: CNN was wrong about Ayatollah Fadlallah - Robert Fisk, Commentators - The Independent

    Dos jornalistas os quais já li, Robert Fisk é, de longe, aquele que mais conhece o Oriente Médio porque ali vive a maior parte de sua vida. Neste artigo ele comenta a demissão de uma editora da CNN, que também cuidava da região, por conta de um comentário no Twitter.

  • July 12, 01:43 PM

    Google estuda redes sociais

    Em 2003 o Google lançou o Orkut, a minha conta lá é desta época. Em 2008, anunciou o GoogleWave. Em 2010, lança o Buzz. Embora criados por outros, a empresa tem ainda, e há muito tempo, em seu portfólio Youtube e Blogger.com.

    Se até agora não aprendeu o que é e como funciona uma rede social, melhor partir pra outra, pois já perdeu o timing para o Facebook e o Twitter.

  • July 11, 09:14 PM

    Depois de assistir a uma Espanha campeã que ganhou todos os seus jogos por 1 x 0, calho de assistir ao filme oficial da Copa de 1994. Nem de longe foi a que melhor jogamos, mas foi a que melhor ganhamos. O pênalti perdido por Baggio é simplesmente esplêndido.

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